O curioso acerca do projeto de lei do novo código florestal, (sancionado pela Presidente Dilma em 08 de Junho de 2012) atenta diretamente ao seu autor: o eminente deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que nunca demonstrou, ao longo de sua carreira política, nenhum pendor especial pelo tema ecológico; talvez este fato possa explicar a total inépcia ou interesse escuso, no que tange ao tratamento acerca das questões ambientais, haja vista, a consonância de argumentos entre a chamada “bancada ruralista” no congresso nacional e os interesses defendidos pelo Deputado comunista. A maior polêmica reside nas chamadas áreas destinadas à reserva legal e faixas de proteção permanentes. O Brasil anualmente é vítima de catástrofes naturais, catástrofes essas que atingem inclusive grandes latifúndios produtivos, bem como áreas urbanas de todas as modalidades; nestas decorrem da ocupação desordenadas de vales e encostas , aqueles, do uso irregular do solo, devastando as matas ciliares e poluindo nascentes de rios.
A despeito dessas consequências devastadoras, o código é silente para com essa temática, a saber, ao ser um porta-voz dos grandes empresários do "agrobusiness", o eminenente Deputado compromente o futuro das vindouras gerações e compromete os ditames paradigmáticos do seculo XXI.
Escrito Por Charles Carqueijo
Escrito Por Charles Carqueijo

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